Consequências físicas e psicológicas da bulimia

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A bulimia é uma manifestação da ansiedade caracterizada pela ingestão de grandes quantidades de alimentos, na maioria das vezes extremamente calóricos, seguida de atitudes compensatórias, sendo vômito a mais comum.

As consequências da bulimia são variadas e graves e podem causar lesões irreversíveis ou de difícil tratamento, como:

Consequências físicas

Arranhões na parte de cima das mãos ou nos nós dos dedos durante a indução do vômito

Desidratação

Fraqueza

Desmaios

Ressecamento da pele

Constipação

Fadiga

Cãibras

Irregularidade ou interrupção menstrual

Enfraquecimento dos ossos

Dentes e gengivas frágeis em função do ácido presente no vômito, podendo haver formação de cáries

Vasos sanguíneos dilatados na pele do rosto

Derrames oculares

Arritmia cardíaca em função de distúrbios eletrolíticos e alterações no metabolismo

Problemas de estômago e esôfago causados pelo refluxo induzido, sendo possível vomitar sangue

Mal funcionamento renal

Glândulas inchadas

Dor e inflamação da garganta e das glândulas salivares

Dores no peito

Queda de pressão

Perda da consciência

Redução da temperatura corporal

Problemas devidos ao abuso de laxantes

O uso excessivo de medicamentos anorexígenos para redução do apetite provoca agitação, diarreia, dor no peito, dificuldade respiratória e dependência, além de efeitos extremos ligados à falta de alimentação como fraqueza e baixa da pressão arterial. Pode levar à morte.

Risco de suicídio devido ao conjunto da situação.

Consequências psicológicas da bulimia

Depressão

Dificuldade de concentração

Instabilidade emocional

Problemas da memória

Dificuldade de compreensão

Dificuldade em tomar decisões

Isolamento

Desconfiança interpessoal

Diminuição do interesse sexual

Medo de ser descoberto

Constrangimento

Transtorno de personalidade

Baixa autoestima

Transtorno obsessivo-compulsivo

Ansiedade social

Pânico ou ataques de pânico

Saiba mais sobre transtornos alimentares

desenho de mulher tímida com as mãos no rosto

Os remédios no tratamento da timidez

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O tratamento mais indicado para timidez é a psicoterapia. Através dela o paciente aprende a reconhecer os pensamentos negativos que carrega consigo aumentando a possibilidade de mudá-los. Em alguns casos é preciso trabalhar bloqueios maiores com a ajuda de remédios.

desenho de mulher tímida com as mãos no rosto

Os inibidores da recaptação da serotonina (ISRS, na sigla em inglês) são os principais tipos de medicação para fobia social. Além disso, antidepressivos, inibidores de ansiedade e betabloqueadores também podem ajudar no tratamento.

Mas é sempre importante lembrar que não existe milagre. O psiquiatra só poderá indicar medicamentos após uma avaliação presencial do paciente e precisará realizar acompanhamento para regular a dosagem e a duração.

As primeiras dosagens tendem a ser baixas para que o corpo acostume-se com o medicamento. Os remédios podem levar mais de seis semanas para começarem a fazer efeito. Sendo assim, é necessário paciência mesmo com utilização de medicamentos. Um dos principais motivos para falta de eficácia no tratamento, apesar do uso de remédios é o abandono precoce da orientação médica. Parar de tomar os medicamentos antes do indicado pelo psiquiatra não apenas prejudica o tratamento, como também aumenta a chance da fobia agravar-se.

Razões para falha na medicação no tratamento de Fobia Social e timidez

1 – É a medicação errada para o problema. Algumas medicações têm se mostrado mais efetivas que outras no tratamento da Fobia Social. Além do mais, o medicamento que funciona para uma pessoa pode não ser a melhor escolha para outra.

2 – A dosagem do medicamento não está correta. Cada pessoa e medicamento precisa de combinação e dose corretas.

3 – O tratamento não dura tempo suficiente. Alguns medicamentos podem levar mais de seis semanas para apresentarem os primeiros efeitos. Fora isso, parar de tomar certos medicamentos cedo demais pode aumentar as chances de a Fobia Social não melhorar.

4 – O indivíduo espera que o tratamento seja ineficaz. Como o caso da psicoterapia, há evidências de que a resposta pessoa à medicação é afetada pelas expectativas do paciente.

5 – Os efeitos colaterais são intoleráveis. Nesses casos o médico poderá buscar um medicamento menos agressivo.

6 – A pessoa está usando drogas, bebendo álcool ou tomando outras medicações que interferem no efeito do remédio para Fobia Social. Ao fazer uso de qualquer substância é necessário informar ao seu médico para que não ocorra.

Abandono do tratamento de Fobia Social e timidez com remédios

Muitas pessoas procuram o psiquiatra buscam a resolução rápida do problema através do remédio. No entanto, a maioria dos pacientes espera uma resposta em tempo inconcebível o que obviamente acaba não acontecendo, gerando frustração e levando ao abandono do tratamento. Isso pode acontecer tanto por vontade própria quanto por falta de acesso ao medicamento. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), somente 50% dos doentes crônicos seguem o tratamento. A descontinuidade do medicamento pode não apenas impedir o tratamento como agravar o quadro devido a interrupção brusca de seu uso.

É importante sempre estar atento as orientações do seu médico. Os remédios para tratamento de Fobia Social e timidez podem ser de grande valor para controlar um problema que causa prejuízos a rotina de vários indivíduos prejudicando até mesmo tarefas básicas do dia a dia. Em todo o caso é necessário lembrar que o papel do paciente e sua dedicação ao tratamento é de grande importância para reduzir o problema.

Remédios para depressão

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A principal forma de tratamento para depressão são as terapias cognitivas e interpessoais, poucos tipos de depressão podem ser tratados com remédios antidepressivos.

mãos seguram cartelas de remédios para depressão

O ajuste da dosagem e da categoria do medicamento é um processo de médio e longo prazo. São necessárias no mínimo 8 semanas de ineficácia da dose máxima permitida para o caso antes da troca. Antes desse tempo a única razão para se abandonar um antidepressivo são seus efeitos colaterais. Assim como outros psicofármacos, os antidepressivos não tem resultado imediato. Embora 2/3 dos pacientes com depressão respondam satisfatoriamente ao uso de drogas, geralmente é necessário testar mais de um medicamento até conseguir a adaptação.

Existem muitas classes de antidepressivos e duas delas estão no mercado há mais de 30 anos: os chamados antidepressivos tricícliclos e os inibidores da MAO. Entre os antidepressivos mais modernos, que possuem a mesma eficácia com menos efeitos colaterais estão os inibidores de recaptação de serotonina. Os efeitos colaterais mais comuns são boca seca, constipação, fraqueza, fadiga, tremores, náuseas, dor de cabeça, sonolência, insônia, ganho de peso, aumento do suor, aumento dos batimentos cardíacos, queda da pressão arterial, sedação, diminuição do interesse sexual, tonturas, diarréia, nervosismo e dificuldade para urinar.

A alta dosagem do antidepressivo pode ser a causa de alguns efeitos colaterais, nesses casos é possível utilizar outras drogas como lítio, estimulantes ou hormônios da tireoide para que o antidepressivo funcione sem que seja preciso aumentar a dose.

Álcool atrapalha ação de antidepressivos

Entre os motivos para a falta de eficácia de um antidepressivo podem estar as interações medicamentosas que ocorrem quando ele tem seu efeito anulado ou distorcido por outro remédio ou o uso de álcool, que também atrapalha a absorção da droga e impede a regularidade do tratamento.

Transtorno de ansiedade generalizada – TAG

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transtorno de ansiedade generalizada

Este tipo de transtorno é referente a ansiedade relacionada a diversas questões como problemas familiares, amorosos, de trabalho, saúde ou de qualquer outra origem.

Fatores genéticos e o estresse contribuem para a doença, que pode ser desenvolvida até mesmo por crianças. Em um mundo acelerado esta parece ser apenas uma consequência normal, mas o TAG ocorre mesmo quando não há nenhuma preocupação iminente. Deixando o paciente sempre em estado de alerta.

Mesmo sabendo que a ansiedade é exagerada o indivíduo não consegue controlar o sentimento e não tem memória de qualquer período no qual não vivesse correndo. Além da inquietude, o TAG provoca sintomas físicos como tensão muscular, tremedeira, dores de cabeça, náusea e diarreia.

O tratamento é feito com remédios e terapia. Medicamentos inibidores seletivos de recaptação de serotonina, antidepressivos e antiepilépticos podem ser ministrados. Na terapia o paciente receberá ajuda para controlar as visões distorcidas que causam estresse e apoio para elevar a autoestima e enfraquecer a ideia de impotência frente aos compromissos.

Atendimento a Domicílio

Em situações de emergência pode haver uma ameaça iminente à vida, sofrimento agudo ou risco de lesão permanente, em que torna-se necessário o tratamento médico a domicílio e imediato de forma a evitar sofrimento e complicações.

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